Deuses Do Egito - As lendas em Ação (contem spoilers)



SINOPSE:

Bek é um mortal pacato que se considera apenas um ladrão, e vive em um Egito ancestral dominado por deuses e forças ocultas. Quando o impiedoso Set (BRENTON THWAITES), deus da escuridão, toma o trono da nação e mergulha a sociedade no caos, o jovem se unirá a outros cidadãos e com o poderoso deus Horus (NIKOLAJ COSTER-WALDAU), para formar uma expressiva resistência.



Durante o filme vemos a jornada do jovem mortal Bek pra dar uma vida melhor para a mulher que ama, um certo dia durante a coroação do deus Horus, o deus Set aparece e mata o deus Osiris, rei dos deuses, pai de Horus e seu próprio irmão, Horus luta pra vingar o pai, mas Set o derrota e arranca seus olhos, apos um ano do governo de Set no Egito o jovem Bek entra em ação, bek invade o cofre de Set e rouba o olho de Horus que esta lá, na fulga a mulher que ele ama acaba morrendo, e ao entregar o olho a Horus, Bek faz um acordo para trazer sua amada de volta, contudo Horus mente para ele dizendo que pode fazer isso, mesmo assim Bek o ajuda, nesse meio tempo, Set foi de encontro ao Deus Rá (não é o dragão alado de rá) e roubou a lança com que Rá batalhava com a grande serpente, fazendo com que a serpente viesse pra terra libertando o caos e destruindo tudo.
Nesse momento Horus consegue se transformar novamente  e enfrentar Set com toda sua força e após uma grande batalha Horus finalmente derrota Set e leva a lança para seu avô Rá, e assim Rá derrota mais uma vez a serpente e manda ela de volta oa caos.

VALE A PENA VER?

O filme é bastante engraçado, a interação entre as divindades e o mortal é que da essa graça ao filme, a mitologia egipcia é muito bem trabalhada, a função dos deuses é muito bem explicada, cada um mostra sua função (pelo menos os que aparecem), o CG é muito bom, a primeira batalha do filme começa com os atores e termina com dois monstros de CG voando e cando na porrada, e na segunda é só dois monstros lutando ate morrer, então se você até agora não entendeu se vale ou não a pena ver esse filme, eu lhes digo, assista o mais rapido possivel a porra do filme.

Uma análise pedagógica sobre Assassination Classroom

Com a publicação do ultimo capítulo de Assassination Classroom (ou Ansatsu Kyoushitsu para os japas), resolvi montar aqui um especial analisando os métodos de ensino aplicados na série, tanto por parte do diretor como por parte do próprio Koro-sensei.

Primeiramente: Essa é uma análise de um licenciando, não é nada oficial ou que deva ser considerado como algo completamente correto. Se encontrar algum furo ou algo que esteja confuso, escreva um comentário e vamos conversando aqui em baixo.

Antes de ir para a análise, se você não sabe o que é Assassination Classroom, a pouco tempo publiquei aqui uma resenha sobre a obra, sugiro que a leia clicando aqui. A obra apresenta uma crítica ao sistema educacional japonês, mas que pode muito bem ser trazida ao sistema educacional aqui do Brasil (que é a base que vou levar aqui, afinal é o país onde moro). 

No ensino atual aqui no Burajiru é possível notar um grande descaso entre professores e seus alunos, e entre o próprio estado e suas escolas. Os professores focam na "transmissão de conhecimento" para seus alunos, obrigando-os a decorrer toneladas de conceitos para os devolverem de forma "vomitada" nas provas. Isso faz com que aqueles alunos que não se adaptem sejam excluídos na própria sala de aula - em algumas escolas particulares vemos esses alunos serem excluídos sendo retidos nas séries, enquanto em escolas estaduais do estado de São Paulo (o casa que tenho alguma vivência) os alunos não são reprovados pela progressão continuada, mas permanecem excluídos.

Na escola de Assassination Classroom, temos uma situação extrema de exclusão. Aqueles que não apresentam boas notas, ou que não cumprem as regras vão parar na sala 3-E, conhecida como a sala dos perdedores. Além de existir a exclusão comportamental, com as famosas zoeiras entre os alunos "superiores" com aqueles "perdedores", existe uma exclusão física. A sala 3-E fica em uma cabana distante do prédio principal do colégio no meio de uma montanha cercada por uma floresta.

O pessoal posando perto do prédio no qual estudam.
Segundo o próprio diretor, essa exclusão aumenta em números absurdos a aprovação de seus alunos. Enquanto alguns alunos ficam com sua auto-estima destruída, todos os outros alunos e alunas se esforçam mais do que o normal para não cair na famigerada classe E.  Em seu pensamento temos algo próximo de "alguns alunos já reprovam naturalmente, qual o problema de usar eles como exemplo para os demais?".

Outro tópico que podemos relacionar com a educação nacional é a importância dada para as provas aplicada todos os fins de período (bimestre, trimestre, semestre...), sendo representadas na obra como uma batalha entre os alunos e diferentes monstros criados pelos professores a mando do diretor. Esse tipo de avaliação prevalece por aqui, diferentes alunos percebem suas provas como obstáculos que os professores preparam para ver se eles sabem exatamente o que o lhes foi "passado", ou as vezes,  para impedir seu progresso para a próxima etapa.

Uma das representações das provas semestrais.
Algo que geralmente deixam passar é que conhecimentos não são transmitidos do professor ao aluno como ocorre com o seu computador quando você está baixando aquele Torrent maroto. O processo de ensino ocorre com a construção do conhecimento por parte de cada aluno de acordo com suas experiências e conhecimentos anteriores. E diferente do que se imagina, não é um processo que vai de professor para aluno, e sim de professor para aluno, e aluno para professor. Ambos aprendem durante essa interação.

As coisas começam a mudar quando o Koro-sensei inicia suas aulas. Podemos fazer uma comparação com o tipo de ensino desenvolvido pelo polvo superpoderoso com o desejado pela base da escola traçando um paralelo entre suas aulas e as aulas aplicadas pelo diretor em determinado momento do enredo. Enquanto o Koro-sensei utiliza de sua supervelocidade para desenvolver atividades variadas de acordo com o perfil de cada aluno, focando em seus pontos fortes e fracos em cada disciplina, o diretor aplica um método oral (sem sacanagem, seu mente suja) que faz com que todos os seus alunos sejam obrigados a ouvir diretamente um conteúdo conceitual pesado, fazendo com que seus alunos se tornem "zumbis" levados ao cansaço.

Atenção individual do Koro-sensei tanto nos estudos, quanto no assassinato. 
Enquanto o direto leva a "transmissão de conhecimento" para outro nível.
No próprio anime/mangá podemos ver a diferença entre ambos os métodos. Em certo momento tanto a classe A (como imaginado, a "melhor" da escola) como a Classe E disputam para ver qual teria um número maior de alunos no Top 50 de notas em sua prova semestral, na qual, (um pequeno spoiler) a classe E sai como vencedora. Na obra dizem que os alunos da Classe A perderam pelo diretor não ter ensinado a "sede por sangue" logo de início, diferente do que aconteceu com a Classe E por ter lidado por tanto tempo com o assassinato. Mas acredito que o tenha criado essa diferença foi justamente a forma como Koro tratou a individualidade de cada um de seus alunos durante a aula.

O resultado do método tradicional (tirando essa sede pela morte de outra classe).
Podemos modificar essa "sede de sangue" por um pensamento mais crítico. Enquanto os alunos da Classe A foram obrigados a decorar aqueles conteúdos, os da Classe E aparentemente desenvolveram um pensamento reflexivo que os possibilitou um melhor desempenho na realização das atividades. Koro fez seus alunos pensarem por si só, o Diretor fez com que seus alunos "decorassem" aquele conteúdo.

Acredito que, apesar das avaliações aplicadas no decorrer do mangá sejam completamente tradicionais, é possível desenvolver um paralelo que crie uma própria crítica a esse sistema falho. Podemos colocar o prêmio em dinheiro e o peso de salvar o mundo como um paralelo às notas: ambos criam uma motivação completamente artificial em relação aos estudos. "Vou estudar para tirar 10". "Vou estudar para conseguir realizar o assassinato, ficar rico e salvar a Terra". Apesar de apresentar uma questão nobre (afinal de contas, querem salvar seu planeta), não existe uma motivação pelo conhecimento em si. No decorrer dos meses é possível notar que os alunos ficam mais motivados com o próprio conhecimento e com os métodos aplicados pelo professor do que com o assassinato.

É possível concluir que Koro-sensei ensinou aos seus alunos muito mais do que assassinato e conceitos. Apesar de uma avaliação obrigatória aplicada pela escola com baixa efetividade, seus métodos pessoais conseguiram fazer a diferença em sua sala de aula. 

O ensino atual precisa de mais "Koro-senseis", de docentes que se preocupem com a individualidade de seus alunos e que pensem fora de suas caixinhas, sendo ou não polvos amarelos que voam em Mach 20. É necessária a preocupação com a construção do conhecimento por parte de cada um de seus alunos independente da forma como a escola em si trate a pedagogia. Assim como acontece na obra, o professor deve realizar aulas que sejam o melhor para o processo ensino-aprendizagem e que ainda assim respeite cada um de seus alunos, mesmo que tenha que ir contra seus superiores.  

Vagabond - Vol. 1


Vagabond apresenta um histórico de publicações conturbado aqui no país onde nada acontece feijoada. De inicio suas edições foram publicadas pela editora Conrad, que com o tempo acabou desistindo e passando a bola para a Nova Sampa, que continuaram da ultima edição publicada pela editora anterior, mas com o tempo acabou decidindo terminar com sua publicação. E finalmente, volta a ser publicada a partir do número 1 pela Panini.

Editora: Panini Comics;
Volume: 1 de 37 (Até o momento da postagem, mangá ainda em produção);
Autor: Takehiko Inoue;
Número de paginas: 256;
Lançamento: Original - 1998; Atual - Fevereiro/2016;

Sinopse 

Miyamoto Musashi é um famoso personagem histórico japonês e apresenta uma quantidade considerável de obras inspiradas em sua história (dentre elas podemos citar o Usagi Yojimbo, um coelho chutador de bundas, o qual pretendo montar uma resenha em breve aqui no Mochileiro) conhecido por ser um dos melhores espadachins da história. Das obras mais "atuais" temos Vagabond, que apresenta o desenvolvimento pessoal da lenda, mostrando como se tornou esse guerreiro invencível. 
Traços que levaram do herói lendário ao Coelho Guarda-costas.
Logo de início temos os amigos Takezo (nome de nascimento de Musashi) e Matahachi em um campo de batalha recém terminada, na qual seu exército foi derrotado. Ao fugirem de caçadores de recompensa por terem "desertado" encontram duas garotas que lhes dão abrigo e apresentam um problema envolvendo um grupo de bandoleiros que as acediam com frequência. Enquanto em sua vila seus familiares estão aflitos com seu desaparecimento.


Vale a Pena?

Em seu primeiro volume podemos perceber que se trata de uma história um densa. Apresenta alguns momentos com humor, um pouco sujo em alguns momentos, mas está cercada por um plot principal sério.

Tal qual 80% do conteúdo que trago para vocês aqui no Mochileiro, esse mangá é repleto de batalhas, violência gratuita e sangue escorrendo por suas páginas, então aquele papo de sempre: não recomendável para aqueles que de estômago fraco.


Como é possível notar na página acima, a arte é um absurdo de detalhada, se diferenciando por completo de outras obras com um traço genérico, como acontece em Parasyte.

A edição da Panini em si é de encher os olhos. Suas primeiras páginas são coloridas, apresenta orelha, e tem seu formato muito próximo ao encadernado original, o que faz com que se torne um belo exemplar para ter em sua estante.  

Assassination Classroom - O que acontece quando um polvo superpoderoso resolve virar professor?


Assassination Classroom (também conhecida como Ansatsu Kyoushitsu) é um mangá criado pelo mangaká Yūsei Matsui e publicada originalmente pela Shonen Jump e aqui no Brasil pela Panini. Acompanhamos a história de um polvo amarelo superpoderoso que decide dar aula para uma sala de alunos "fracassados" em uma escola famosa do Japão após explodir um teco da lua. Apesar de aparentar ter um enredo de um hentai de baixa qualidade, encontramos um diferencial que torna sua história única: todos os alunos devem assassinar seu professor antes de sua formatura. 

Seu anime está atualmente em sua segunda temporada e o mangá está prestes a terminar com a publicação do capitulo 180 nesta semana (estou escrevendo esta postagem no dia 16/03). Você possivelmente já ouviu comentarem por ai sobre sua história ou pelo menos deve ter visto esse emoticon com tentáculos aparecendo por sua timeline do Facebook, mas o que fez com que essa história maconhada tenha tido tanto sucesso?

Após dizer para as autoridades que explodiu a lua, o polvo avisa que em um ano vai explodir o planeta Terra e faz um acordo com os governos mundiais, exigindo que o permitam dar aula para uma turma de alunos, onde vai ensiná-los as disciplinas curriculares comuns, e a assassiná-lo.

Enquanto desvia dos assassinatos, te ensina matemática: eficiência.
Dando uma melhor aprofundada, acompanhamos a história pelo olhar do jovem Nagisa, um aluno (que você leva metade da temporada para descobrir o sexo) que acabou de entrar para a classe 3-E, onde todos aqueles que não apresentam boas notas ou que cometem alguma infração são jogados para servir de exemplo para o restante da escola. Além dessa diferenciação, os alunos assistem aula em um prédio separado do campus principal. Segundo o próprio diretor isso motiva os alunos do restante da escola a estudarem com mais força de vontade e a não desobedecerem suas ordens.


Sem muito o que fazer, o governo decide atender ao pedido da criatura, além de colocar a cabeça dele à 10 bilhões de ienes para aquele que conseguir destruí-lo antes da data em que o mesmo prometeu destruir o planeta Terra. 

Em relação aos alunos, como esperado, poucos que conseguem ser elaborados de uma forma mais complexa. A grande maioria acaba sendo formada pro alunas e alunos genéricos. Mas isso temos que relevar, já que estamos falando de uma sala com quase 30 alunos, não teria como conseguir trabalhar profundamente todos ali. 

Essa situação inusitada é ótima para elaborar um crítica à educação, assunto esse que tratarei em uma postagem próxima de forma mais específica.

A criatura alcança a velocidade de Mach 20, uma velocidade próxima dos caças mais potentes atuais, o que cria um ótimo gancho para piadas e situações complexas envolvendo seus métodos de ensino. Pela sua velocidade e sua estrutura corporal diferenciada é possível ver como o personagem se sente de acordo com suas expressões características (apesar de praticamente sempre ter aquele sorriso macabro na cara) e por sua rápida troca de figurinos durante seus diálogos.

Rolam altos ninjutsus durante suas aulas
Além da parte que envolve o humor, temos sua motivação muito bem trabalhada, com um belo desenvolvimento no decorrer da série.

Como ultimo ponto positivo que posso abordar aqui, temos a abertura da primeira temporada. Essa abertura é algo muito show de bola. Olha como eles estão felizes pulando com um bracinho pra cima. Sem mais.

Senki Zesshou Symphogear - monstros, música e armaduras sensuais.


O anime foi lançado em janeiro de 2012, pelos estúdios, Encourage Films e Satelight, criado por: Akifumi Kaneko e Noriyasu Agematsu, Design: Satoshi Koike (anime), Dan Yoshii (arte do manga).

SINOPSE:
O sistema symphogear foi um método criado pelo Japão para combater uma ameaça chamada de Noise, que sempre devasta a humanidade causando morte e tragédia. E adivinhem só qual a arma do sistema? São garotas é lógico! E não são garotas normais.
Se tratam de Kanade Amou e Tsubasa Kazanari, duas garotas que são ídolos do povo pelas performances cantando na dupla de sucesso Zwei Wing. Cantam como profissão e salvam o mundo nas horas vagas (meio clichê isso). Interessante, não?
Mas as coisas mudam um pouco ao conhecerem duas novas alunas da academia Lydian de música: Tachibana Hibiki e Kohinata Miku. Como fazer que as novas garotas não se envolvam na luta contra Noise.
Eita!!! a porra ficou seria!!!

VALE A PENA VER? 
Na minha opinião, a história é legal, tem alguns pontos chatos (mas isso não quer dizer nada, eu sou chato), a forma como as armaduras são energizadas é muito foda, a música da trilha sonora são as próprias personagens que cantam (pelo menos uma parte da música) e o design tanto das personagens quanto dos monstros são muitos legais. O anime tem uma pegada meio yuri (pra quem não sabe, yuri é o termo usado no japão pra lésbicas), mas isso não interfere no enredo em geral.

Falando da abertura agora, sinceramente não prestei muita atenção, mas gostei do que tinha nela, essa é uma das aberturas que você não sabe se vai ter spoiler ou não, mas é bem legal, recomendo que assistam Senki Zesshou Symphogear.

ABERTURA:

Shimoneta To Iu Gainen Ga Souzai Shinai Taikutsu Na Sekai - Eita nome grande

GÊNERO: Ecchi, Escolar, comedia.
Dirigido por Youhe Suzuki e escritoor Masahiro Yokotani, produzido por JCStaff para as redes de tv AT-X, Tokyo MX entre outras, o anime foi lançado dia 4 de julho de 2015 e esta em andamento ainda. Ate agora com 6 episodios lançados.

SINOPSE:
16 anos após a lei da ordem pública e moral em criação saudável da criança, que proibiu linguagem grosseira no pais, Tanukichi Okuma se matricula na escola de elite líder do pais em moral pública e é logo convidado para Organização antissocial (SOX) pela sua fundadora, Ayame Kajou. Como membro chantageado por Ayame para se juntar, Tanukichi acaba participando deatos obscenos de terrorismo contra a presidente do conselho estudantil (que ele faz parte, e Ayame também), a talentosa Anna Nishikinomiya, quem Tanukichi tem uma queda.

Ayame Kajou

O anime é recente e é um bom pedido pros fins de semana, a serie é lançado todo domigo, a história é bem divertida, a animação é bem feita, não encontrei muitos erros de continuidade, a trilha sonora é bem legal, muito bem feita, personagens bem trabalhados, você conhece a personalidade de todos bem no incio da história, não é por que o anime é ecchi que você vai ver putaria o tempo todo, a história é bem dividida, tem hora que a história segue normalmente e tem hora que a putaria tem sua vez.


Como eu já disse, é um costume meu colocar um vídeo aqui pra vocês, geralmente é abertura (como neste caso), então pra não sair da rotina vou colocar a abertura ai (mesmo não gostando muito dela).

ABERTURA:

Não é a abertura original, mas foi a que eu achei e a que chegar mais perto.

Fullmetal Alchemist - Uma História que vai te mudar


GÊNERO: Ação, Aventura, Drama, Ficção.

A história foi criada por Hiromu Arakawa, de 2001 há 2010, o mangá teve 27 volumes e o anime teve 2 adaptações, Fullmetal Alchemist de 2003 há 2004, com 51 episódios e 4 ovas, e Fullmetal Alchemist Brotherhood de 2009 há 2010, com 64 episódios e 16 ovas, também tivemos 2 filmes de animação.

a armadura com a personalidade mas legal que eu já vi.

SINOPSE:
Edward e Alphonse Elric são dois irmãos alquimistas procurando o catalisador lendário chamado pedra filosofal, um objeto poderoso que lhes permite restaurar seus corpos. Nascidos na aldeia de Resembool no país chamado Amestris, os dois viviam com a sua mãe Trisha Elric.
O pai deles, Von Hohenheim, saiu de casa por razões desconhecida, e anos mais tarde, sua mãe Trisha morreu de uma doença incurável, deixando, portanto, os dois irmãos sozinho. Após a morte de sua mãe, Edward decide ressuscitá-la através da alquimia, uma ciência avançada em que os objetos podem ser criados a partir de matérias-primas. Eles pesquisaram sobre Transmutação Humana, uma técnica proibida em que se tenta criar ou modificar um ser humano. Essa tentativa, todavia, fracassou e consequentemente Edward perdeu sua perna esquerda e Alphonse seu corpo inteiro. Numa tentativa desesperada de salvar seu irmão, Edward sacrifica seu braço direito para unir a alma de Alphonse a uma armadura. Alguns dias depois, um alquimista chamado Roy Mustang visita os irmãos Elric e propõe que Edward se torne membro do estado militar de Amestri em troca de mais material pra pesquisa para que eles possam encontrar uma maneira de recuperar seus corpos. Com suas próteses avançadas chamada Automail, eles saem para encontrar varias aventuras.

ser foda é pouco pra ele.


VALE A PENA VER?
Fullmetal alchemist, o que falar de fullmetal? Tenho tanta coisa pra falar, pra mim fullmetal foi e sempre vai ser o melhor anime que eu já assisti na vida, a história é muito boa, os personagens são muito bem trabalhados, cuidadosamente bem trabalhados, muitos personagens (a maioria) são marcantes, sem falar nas cenas de ação, todas as lutas são emocionantes, não querendo dizer épico, tem muitas cenas que vocês vão chegar a chorar (sim, chorar, deixem de frescura no céu), entre o classico e o brotherhood tem um diferença, o brotherhood é mais fiel a o manga, mais fiel, tipo, acontece do mesmo jeito que acontece no manga, isso não quer dizer que o classico não seja bom, ele é muito bom, estou tentando não dar spoilers, então vou ficar por aqui.

ABERTURAS:
Vou tentar colocar a abertura das duas versões do anime.

fullmetal alchemist 


fullmetal alchemist brotherhood